Dicas – Walter Mattos https://old.waltermattos.com Designer Gráfico Wed, 05 Apr 2017 21:24:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://old.waltermattos.com/wp-content/uploads/2018/09/cropped-Walter_Mattos_Site_Logo_512-32x32.png Dicas – Walter Mattos https://old.waltermattos.com 32 32 Photoshop CC (2016/06): Select and Mask e dicas de recorte de imagem https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-select-mask-e-dicas-de-recorte-de-imagem/ https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-select-mask-e-dicas-de-recorte-de-imagem/#comments Tue, 05 Jul 2016 10:53:24 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=5020 Neste vídeo apresento uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Select and Mask – que é na verdade uma evolução de uma ferramenta já conhecida, a Refine Edge. Além da novidade você verá também um exercício completo, colocando à prova essa nova ferramenta. Vamos lá? Eu quero substituir o fundo dessa […]

O post Photoshop CC (2016/06): Select and Mask e dicas de recorte de imagem foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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Neste vídeo apresento uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Select and Mask – que é na verdade uma evolução de uma ferramenta já conhecida, a Refine Edge.

Além da novidade você verá também um exercício completo, colocando à prova essa nova ferramenta.

Vamos lá?

Eu quero substituir o fundo dessa imagem e meu objetivo e principal desafio, na verdade, é o cabelo da criança.

Crianca_Select_And_Mask

Então, como já era possível fazer antes eu começo com uma seleção rápida, utilizando a “Quick Selection”. Sem me preocupar com o cabelo, pelo menos por enquanto.

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Mesmo porque, quem vai me ajudar a resolver essa área é a nova ferramenta “Select and Mask”, que fica exatamente onde antes ficava a “Refine Edge”.

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E agora, ao clicar neste botão você entra em uma área de trabalho específica, com algumas ferramentas já conhecidas do lado esquerdo e, do lado direito, um painel de propriedades com algumas opções que já existiam na “Refine Edge”.

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Uma das novidades é que, por padrão, agora eu entro na edição com o modo de visualização chamado “Onion Skin”.

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Aqui eu consigo definir um nível de transparência que me ajuda a comparar a imagem com máscara aplicada com a imagem original.

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Assim eu consigo ter uma boa ideia da área da imagem que eu quero recuperar, que nesse caso é o cabelo.

Agora ficou fácil. Basta selecionar a “Refine Edge”, que agora é uma ferramenta dentro da “Select and Mask”, definir a espessura do pincel e passar o mouse lentamente ao redor do cabelo, nas áreas que eu quero recuperar.

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Devo admitir que fiquei bastante impressionado com o resultado. Eu, que não utilizava a “Refine Edge” por ser um adepto da seleção por canais, confesso que não estava muito otimista em relação a essa ferramenta mas me surpreendi bastante.

É claro que se eu testar diferentes modos de visualização eu vejo que ainda existem pontos que eu posso melhorar, mas de uma maneira geral a seleção está praticamente pronta.

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E antes de dar o “Ok” eu vou dar uma olhada nas opções aqui em baixo.

Eu poderia clicar nessa opção “Decontaminate Colors” para eliminar qualquer cor que esteja predominando entre as transparências do cabelo, mas eu vou manter assim para dar algumas dicas específicas lá na frente.

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Então aqui em baixo, no menu “Output”, eu fico com a opção “New Layer With Layer Mask” para aplicar o efeito em uma nova camada com uma máscara já aplicada, baseada nessa seleção.

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Uma nova forma de criar seleções

E eu vou aproveitar que eu mantive a camada original para te mostrar um outro processo possível. Uma nova forma de trabalhar.

Eu não preciso mais criar uma seleção prévia para somente depois refinar, como eu acabei de exemplificar.

Basta me certificar de que estou com a camada selecionada, com uma ferramenta de seleção qualquer habilitada e eu já posso ir direto para o botão “Select and Mask”.

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Aqui eu posso escolher a opção de visualização “Matching Ants”, selecionar a “Quick Selection”, que agora também é uma ferramenta dentro dessa área de trabalho e criar a seleção prévia aqui mesmo.

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E o restante você já sabe. Volto para o modo “Onion Skin”, seleciono a ferramenta “Refine Edge” e repito o processo que acabamos de ver.

Legal, né?

Bom, se você queria apenas conhecer as novidades dessa ferramenta, elas acabam por aqui.

Dicas sobre processos de recorte e edição de imagem

Mas, como falei, você pode continuar por aí se quiser pois a partir daqui eu vou te apresentar todo processo de edição que eu fiz durante o teste com essa ferramenta.

Por ser uma narração em cima de algo que já foi gravado, essa parte será um pouco mais dinâmica. Então é bom que você já tenha, pelo menos, uma pequena noção de Photoshop, ok?

Vamos lá. Primeiro eu criei uma nova camada para o fundo e apliquei uma cor neutra qualquer utilizando a “Layer Style”. Assim eu poderia alterar e testar essa cor futuramente com facilidade.

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Então eu percebi que tinha esquecido esses dois vãos do cabelo entre a área do cabelo e a bochecha. O fundo azul ainda estava aparecendo.

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Tivei uma ferramenta de seleção qualquer, cliquei na máscara e fui novamente no botão “Select and Mask”. Isso significa que você pode continuar editando a máscara dessa forma, contanto que antes você tenha habilitado uma ferramenta de seleção, como eu falei antes.

Depois dos ajustes eu cliquei em “Ok” e, como eu mantive as mesmas configurações no menu “Output”, uma nova camada com uma nova máscara foi criada.

Eu cliquei com o “Alt” na miniatura da máscara e vi que ainda tinham alguns problemas para resolver. Então eu selecionei a ferramenta “Dodge”, alterei o modo dela para “Hightlights” e mantive a exposição em “50%”.

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Dessa forma eu consigo clarear apenas os tons claros e um pouco dos tons médios, sem precisar me preocupar com os tons escuros da máscara. Isso significa que se eu passar o mouse por cima de uma área preta, não vai acontecer nada.

Dica: Caso você não entenda como funcionam as máscaras de uma meneira geral, dê uma olhada no vídeo onde falo sobre Opacity Masks no Illustrator.

Depois de clarear as áreas que me interessavam eu inverti a máscara com o atalho “Ctrl + I” e clareei também uma área cinza que ficou ao redor do cabelo.

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Não sei se você consegue enxergar na sua tela pois é bem clarinha mesmo.

Então eu dupliquei a camada da criança com o atalho “Ctrl + J” algumas vezes para ver se eu conseguia mais contraste entre o cabelo e o fundo.

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Acontece que a máscara está ocultando muitos detalhes nessa região, então essa é uma forma de conseguir recuperar esses detalhes.

É claro que em uma manipulação profissional e, dependendo da finalidade, poderia seria interessante remover esses excessos. Ou seja, excluir cabelo mesmo. A imagem final não precisaria ter exatamente a mesma quantidade de fios de cabelo que a imagem original, mas como isso aqui era um experimento eu decidi continuar a brincadeira e ver o resultado que eu conseguiria dentro do menor tempo possível.

Depois eu copiei essa composição, colei no Illustrator e reproduzi a composição de maneira bem simplificada, apenas para dar uma olhada na relação entre as cores que eu considerava mais importantes.

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E com os objetos criados eu clique no botão “Recolor Artwork”. E aqui eu comecei a experimentar com a cor do fundo até escolher uma cor que me agradasse.

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Curiosamente e coincidentemente eu acabei escolhendo uma relação de tríades, que são cores que possuem a mesma distância entre si dentro do círculo cromático. E digo “curiosamente” porque as tríades são combinações bastante usadas em cartoons ou em uma composição que tem como objetivo transmitir a imagem de algo infantil.

Bom, agora eu tinha uma cor de fundo e apliquei ela no Photoshop.

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Depois eu vi que poderia melhorar a máscara na blusa do menino. Ela estava com bastante ruído por conta da seleção com a “Quick Selection”. Então eu tracei a área utilizando a “Path Tool”, usei o atalho “Ctrl + Enter” para criar a seleção com base nesse path.

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Com a área selecionada fui em “Select > Modify > Feather”, para definir um nível de suavidade das bordas dessa seleção. Como eu já tenho o preto como meu background color, pintei a área selecionada de preto utilizando o atalho “Ctrl + Backspace”.

Quando terminei o outro ombro percebi que estava esse tempo todo trabalhando na camada errada.

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A camada na qual eu tinha corrigido os tons claros da cabeça, com a ferramenta “Dodge”, havia sido a primeira cópia, então agora eu tinha que mesclar essas duas máscaras. E isso é bem fácil.

Primeiro eu copiei a área da máscara do ombro na camada errada, fui para a camada certa e colei a área copiada por lá.

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E como eu tenho várias copias da camada, eu precisei corrigir todas as máscaras. E isso também foi fácil de resolver.

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Basta manter pressionado o “Alt” e arrastar a miniatura da máscara correta para as camadas que eu queria corrigir.

Inner Glow: removendo borda azul

E agora vêm os ajustes finais, os detalhes.

Repara como eu tenho uma espécie de áurea azul na imagem, que fica mais perceptível principalmente ao redor do cabelo.

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Isso acontece porque o fundo original era azul, então, de certa forma existe alguma luz da parede sendo projetada aqui no cabelo do menino. Mas de qualquer forma durante a criação das máscaras eu acabei mantendo alguns pixels desse fundo azul no cabelo.

E a solução que eu pensei, nesse caso, seria simular uma nova luz projetada vinda da parede, que agora é amarela.

Então eu agrupei todas as camada da criança com o atalho “Ctrl + G” e com a “Layer Style” criei um “Inner Glow” no modo “Color”, utilizando a mesma cor do fundo.

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Agora você nota que eu já não tenho mais aquela áurea azul, mas eu ainda tinha um problema.

O “Inner Glow” acabou preenchendo os ombros da criança também, e isso não me interessava. Eu precisava excluir essa parte do efeito, mas não é possível fazer isso enquanto ele for um “Layer Style”.

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Então eu fui no menu “Layer > Layer Style” e cliquei na opção “Create Layer” para transformar o efeito em uma camada separada, que agora está vinculada ao grupo onde antes o efeito estava aplicado.

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Agora bastava criar uma máscara e pintar de preto as áreas dos ombros para esconder esse amarelo.

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Textura do fundo

Depois eu dei uma olhada rápida na textura do fundo original, e vi que tinha essa espécie de ruído um pouco desfocado.

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Então eu criei uma nova camada branca, converti em “Smart Object” e fui em “Filter > Noise > Add Noise” e criei o ruído.

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Nesse ruído apliquei um “Gaussian Blur” para ter um desfoque suave. Depois alterei o modo da camada para “Multiply” e diminuí a opacidade dela.

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Iluminação da parede

Por último eu criei uma nova camada preta, apliquei uma máscara e pintei o centro com um brush bem grande e macio para criar essas bordas escuras nos cantos da imagem.

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Depois foi só rever a opacidade dessa camada e eu tinha, agora, uma simulação de vinheta ou de luz concentrada atrás do menino.

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E depois de mais alguns pequenos ajustes, esse é o resultado:

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Encerrando

Espero que você tenha gostado da ferramenta e da demonstração de como utilizá-la.

Fique à vontade para deixar sua opinião nos comentários e para dar uma olhada nas outras atualizações do Photoshop lançadas por aqui:

Caso ainda não conheça meu trabalho, saiba que todos os vídeos são legendados e possuem versões transcritas no meu site, waltermattos.com, onde você também encontra outras dicas, reflexões e tutoriais sobre design.

Um abraço e até a próxima.

Crédito

Menino de jaqueta azul: Visual Hunt

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Photoshop CC (2016/06): Match Font https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-match-font/ https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-match-font/#respond Tue, 05 Jul 2016 10:51:31 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=5002 Hoje apresento uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Match Font. Com ela é possível analisar e identificar fontes encontradas dentro uma imagem bitmap. Uma ótima maneira de encontrar a fonte ideal para o seu design. Eu tenho aqui a imagem de uma revista e eu quero descobrir a fonte […]

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Hoje apresento uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Match Font.

Com ela é possível analisar e identificar fontes encontradas dentro uma imagem bitmap. Uma ótima maneira de encontrar a fonte ideal para o seu design.

Eu tenho aqui a imagem de uma revista e eu quero descobrir a fonte usada nesse título, ou pelo menos receber alguma sugestão de fonte similar.

Antes eu precisava recorrer a ferramentas externas, como o WhatTheFont. Porém, para minha felicidade e a de muitos outros designers, agora o Photoshop é capaz de fazer essa mágica por conta própria e de uma maneira que agiliza bastante esse processo.

Eu começo escrevendo o título utilizando uma fonte qualquer. Agora eu mantenho essa camada de texto habilitada e crio uma seleção ao redor do título da revista, e não tem problema permanecer com a camada de texto habilitada, ok? O importante é que sua seleção esteja em cima da fonte que você quer descobrir.

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Agora basta vir no menu “Type” e selecionar a nova opção “Match Font”, e nessa janela o Photoshop oferece algumas sugestões.

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Na primeira seção ele busca fontes instaladas no sistema e, logo abaixo, uma lista de fontes encontradas no Typekit, um próprio serviço da Adobe.

Eu vou escolher essa primeira opção, a Trajan, e você nota que ele já atualiza a camada com a fonte habilitada.

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Eu posso refinar essa área de seleção para ver se o Photoshop me apresenta outra opção de fonte, e uma vez que eu fiquei satisfeito, basta clicar em “Ok”.

Tá aí. “Ctrl + D” para desativar a seleção e eu tenho uma fonte que, se não for exatamente a mesma, é extremamente parecida.

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E uma dica rápida. Você não precisa escrever o texto antes de buscar a fonte. Também é possível buscar a fonte antes e escrever depois.

E aproveitando que estou falando de fontes, dá uma olhada nessa outra novidade.

Glyphs Alternatives

Repara que quando eu seleciono todas as letras o “K” fica com um bloco cinza logo abaixo dele.

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Caso eu selecione apenas essa letra, o Photoshop agora oferece glyphs alternativos para ela.

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E eu posso escolher outro glyph por aqui mesmo ou clicar na setinha e abrir a janela de glyphs.

Normalmente fontes que possuem “Pro” no nome vão te oferecer alguns glyphs alternativos. Não é uma regra absoluta, mas fica ligado pois existe essa possibilidade.

E caso você não queira receber essas sugestões, basta ir ao menu “Edit > Preferences > Type” e desmarcar a opção “Enable Type layer glyph alternates”.

Encerrando

Essa foi rapidinha, né? Espero que você tenha gostado da ferramenta e que ela ajude a otimizar seus processos de design.

Fique à vontade para dar uma olhada nas outras atualizações do Photoshop lançadas por aqui:

Caso ainda não conheça meu trabalho, saiba que todos os vídeos são legendados e possuem versões transcritas no meu site, waltermattos.com, onde você também encontra outras dicas, reflexões e tutoriais sobre design.

Um abraço e até a próxima.

Crédito

Mulher com revista Kinfolk: Unsplash

 

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Photoshop CC (2016/06): Face-Aware Liquify https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-face-aware-liquify/ https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-face-aware-liquify/#comments Tue, 05 Jul 2016 10:50:58 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=4969 Neste post iremos dar uma olhada rápida em uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Face-Aware Liquify. Agora o Photoshop consegue identificar rostos em fotos e nos permite editar áreas e características específicas desse rosto de maneira bem rápida. Quando você vem em “Filter” e escolhe a opção “Liquify”, você se […]

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Neste post iremos dar uma olhada rápida em uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Face-Aware Liquify.

Agora o Photoshop consegue identificar rostos em fotos e nos permite editar áreas e características específicas desse rosto de maneira bem rápida.

Quando você vem em “Filter” e escolhe a opção “Liquify”, você se depara agora com essa nova ferramenta, a “Face Tool”.

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E com ela habilitada, quando passamos o mouse por cima da imagem você nota que o Photoshop já apresenta alguns pontos de transformação.

Novidades_PS_20155_Face_Aware_Liquify_Transcricao_Img_02

E aqui, a brincadeira é livre. Eu posso aumentar ou diminuir a altura do nariz, aumentar ou diminuir a espessura dos lábios, tanto na parte superior como na parte inferior, e até mesmo deixar a pessoa um pouquinho mais feliz se eu quiser.

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São diversos pontos de controle e com certeza dá pra se divertir bastante com essa ferramenta. E também tenho esses mesmos controles aqui do lado direito, nas propriedades. Então nós temos olhos, nariz, boca e formato do rosto.

Novidades_PS_20155_Face_Aware_Liquify_Transcricao_Img_04

Cada um com uma série de sliders que vão influenciar áreas específicas. E é você quem escolhe como quer trabalhar – diretamente em cima da imagem ou pelos sliders. Fácil, né?

Quando estiver satisfeito é só clicar em “Ok” seu efeito está aplicado.

Outra coisa interessante é que o Photoshop consegue reconhecer mais de um rosto na mesma foto.

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Então, no caso dessa outra foto, apesar da dificuldade parecer grande pelo fato de ser uma imagem bastante colorida e com um dos rostos de lado, o Photoshop faz um excelente trabalho em identificar os dois rostos e eu consigo editar cada uma deles sem problema algum.

Encerrando

Espero que você tenha gostado. Fique à vontade para dar uma olhada nas outras atualizações do Photoshop lançadas por aqui:

  • Select and Mask: máscaras complexas e dicas de recorte de imagem
  • Match Font: ferramenta capaz de identificar fontes em uma imagem
  • Content-Aware Crop: ferramenta capaz de preencher áreas de uma imagem de maneira inteligente

Caso ainda não conheça meu trabalho saiba que todos os vídeos são legendados e possuem versões transcritas no meu site, waltermattos.com, onde você também encontra outras dicas, reflexões e tutoriais sobre design.

Um abraço e até a próxima.

Créditos

Rosto de homem loiro: Unsplash

Meninas sorrindo: Pixabay

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Photoshop CC (2016/06): Content-Aware Crop https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-content-aware-crop/ https://old.waltermattos.com/dicas/photoshop-cc-201606-content-aware-crop/#comments Tue, 05 Jul 2016 10:50:45 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=4982 Neste post iremos dar uma olhada rápida em uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Content-Aware Crop. Com ela é possível preencher áreas vazias da imagem de maneira automática e inteligente. Basta que, para isso, você gire ou aumente a área da imagem utilizando a nova Crop Tool. O resultado é, […]

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Neste post iremos dar uma olhada rápida em uma das novas ferramentas do Photoshop lançadas em junho de 2016, a Content-Aware Crop.

Com ela é possível preencher áreas vazias da imagem de maneira automática e inteligente. Basta que, para isso, você gire ou aumente a área da imagem utilizando a nova Crop Tool. O resultado é, no mínimo, surpreendente.

Digamos que eu queira corrigir o ângulo dessa foto. Quero deixá-la mais horizontal.

Novidades_PS_20155_Content_Aware_Crop_Transcricao_Img_01

Antes, para corrigir isso eu poderia pegar a “Crop Tool”, selecionar a área da foto, girar até um ângulo onde eu ficasse satisfeito e a partir daqui eu daria o “Enter” para confirmar o ajuste.

Novidades_PS_20155_Content_Aware_Crop_Transcricao_Img_02

O problema é que depois de confirmar eu perdia todas as informações externas à minha área de seleção. E esses pixels que eu perdi poderiam ser interessantes para minha composição de alguma forma.

Porém, agora, a partir do momento em que eu habilito a “Crop Tool” eu tenho esse novo botão, “Content-Aware”.

Novidades_PS_20155_Content_Aware_Crop_Transcricao_Img_03

Se eu mantiver esse botão habilitado e repetir o mesmo procedimento, depois que eu confirmar, o Photoshop vai tentar reconhecer os padrões de pixels dessa imagem e, depois de algum cálculo e um processamento muito mirabolante, ele preenche essas áreas vazias.

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Agora olha o antes e o depois. Repara como ele manteve exatamente a mesma área de imagem.

Novidades_PS_20155_Content_Aware_Crop_Transcricao_Img_05_Antes_Depois_B

Na parte de cima ele praticamente criou novas nuvens de maneira bastante crível e, aqui em baixo, ele criou novas folhas e até novas árvores.

Mas não para por aí. Enquanto eu estiver com o “Content-Aware” habilitado, se eu quiser um pouco mais de imagem para a lateral, basta expandir essa área, confirmar e ele cria o restante da imagem mantendo os padrões de pixels.

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Repara como ele mantém, inclusive, a ordem de crescimento da montanha e da área verde aqui em baixo também. E mais uma vez o antes e o depois.

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É claro que sua imagem precisa ter uma espécie de linearidade ou uniformidade que o Photoshop possa reconhecer. Então, quanto menos complexa for a região que estiver sendo analisada e reconstruída, melhor.

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Mas mesmo em casos como a imagem abaixo, onde o existe um padrão de certa forma bastante irregular, o Photoshop consegue oferecer uma resposta muito boa.

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Encerrando

Espero que você tenha gostado da novidade. Deixe sua opinião nos comentários.

Fique à vontade para dar uma olhada nas outras atualizações do Photoshop lançadas por aqui:

Caso ainda não conheça meu trabalho, saiba que todos os vídeos são legendados e possuem versões transcritas no meu site, waltermattos.com, onde você também encontra outras dicas, reflexões e tutoriais sobre design.

Um abraço e até a próxima.

Créditos

Águas-vivas: Visual Hunt

Aurora Boreal: Unsplash

Montanhas: Unsplash

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Como saber se você teve lucro ou prejuízo no final de um projeto https://old.waltermattos.com/dicas/como-saber-se-voce-teve-lucro-ou-prejuizo-final-de-um-projeto/ https://old.waltermattos.com/dicas/como-saber-se-voce-teve-lucro-ou-prejuizo-final-de-um-projeto/#comments Thu, 06 Nov 2014 13:35:56 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=2581 Você acaba de conseguir aprovação para o seu projeto de design, meus parabéns! Foi um projeto trabalhoso e cansativo, mas valeu a pena. Afinal de contas você conseguiu entregar no prazo, o cliente pagou direitinho e você saiu no lucro. Será? Provavelmente existem várias maneiras de saber se o projeto resultou em lucro ou prejuízo, mas […]

O post Como saber se você teve lucro ou prejuízo no final de um projeto foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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Você acaba de conseguir aprovação para o seu projeto de design, meus parabéns! Foi um projeto trabalhoso e cansativo, mas valeu a pena. Afinal de contas você conseguiu entregar no prazo, o cliente pagou direitinho e você saiu no lucro. Será?

Provavelmente existem várias maneiras de saber se o projeto resultou em lucro ou prejuízo, mas se você cobra com base na sua hora de trabalho, como eu, existe um método bem simples e eficaz. Basta saber se você trabalhou mais ou menos tempo do que planejou. Partimos do princípio de que lucro é retorno positivo sobre um investimento, e no nosso caso esse investimento é tempo. Como diria Benjamin Franlkin (e o Super Sam do Chapolin), “tempo é dinheiro”.

É muito importante fazer este acompanhamento, pois o resultado pode mudar a forma como você trabalha.

Antes de continuar esta leitura é preciso saber quanto vale sua hora, como montar um cronograma para o seu projeto e como calcular o valor do projeto com base na sua hora e no seu cronograma. Calma, não é tão difícil quanto parece. Então, caso ainda não conheça estes processos sugiro que leia os artigos abaixo:

  1. Você sabe quanto custa sua hora de trabalho?
  2. Cronograma de projeto com o Google Agenda
  3. Planilha para calcular o valor do seu projeto

Vamos utilizar o seguinte cenário como exemplo:

Tipo de projeto: Design de marca

Valor da sua hora: R$50

Tempo estimado de duração do projeto: 20 horas*

Valor cobrado pelo projeto: (50 x 20) = R$1.000

* É importante lembrar que até aqui você já deve saber como prever o tempo de duração de um projeto. Você nunca conseguirá prever o tempo exato, mas conforme for adquirindo experiência sua previsão ficará cada vez mais realista.

Acompanhando o tempo investido em 3 exemplos diferentes

Para ilustrar o método que utilizo vou apresentar três exemplos do mesmo cenário no Excel, mas você pode fazer esse acompanhamento no papel se preferir. Utilizo o Excel pois é uma forma de automatizar e agilizar o processo. Procurei usar termos bem simples para facilitar o entendimento da planilha. Afinal de contas, não sou economista e acredito que você também não.

Baixar planilha

Exemplo 1: Parabéns, você saiu no lucro!

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Como você pode ver na imagem acima o procedimento é bem simples, basta registrar os horários de início e fim de cada etapa e no final somar o número de horas investidas. Se o Resultado for maior ou igual a zero, seu saldo foi positivo. Isso porque o mínimo que você pode ganhar é R$1.000, certo? Então se o valor for igual a zero significa que não existe diferença entre o que você planejou trabalhar (Tempo estimado) e o que trabalhou de fato (Tempo trabalhado).

No caso deste exemplo você teve um pouco mais de lucro que o previsto, pois o Tempo trabalhado (19hs) foi menor que o Tempo estimado (20hs).

É importante focar em um projeto por vez, uma tarefa por vez. Por isso, quando estiver trabalhando em um projeto evite procrastinar, pois se você ficar 30 minutos de papo no Facebook durante a Pesquisa estará superfaturando seu orçamento, já que na teoria você trabalhou 6 horas enquanto na prática foram apenas 5 horas e 30 minutos. Seu cliente está pagando por estes 30 minutos que você ficou “de bob”.

Mas “sobraram” 50 reais, estou enganando o cliente?

Não pela minha ótica. Este lucro, além de não ser fora da realidade pode estar atribuído a várias razões, entre elas o fato de você ser rápido o suficiente para terminar antes do previsto. Caso isto aconteça meu conselho é que entregue seu projeto no prazo combinado, mesmo que termine alguns dias antes. Isto evita que seu cliente espere sempre um trabalho entregue “pra ontem”.

Além disso, estes R$50 (ou 1 hora restantes) podem ser o que você precisa para fazer alguma revisão antes da entrega, ou mesmo corrigir detalhes após a aprovação.

Este exemplo é bem simplificado, portanto na hora de montar seu orçamento pense no máximo de etapas possíveis para não ter muitas surpresas, mas saiba que você nunca estará imune a imprevistos. Eles acontecem e não são raros.

Exemplo 2: E seu eu perceber que meu lucro é sempre muito alto?

art_lucro_prejuizo_projeto_Lucro_Alto_2

Se você sempre cobra R$1.000 por um determinado projeto mas trabalha de fato somente R$300, seu lucro está muito alto (R$700 a mais do que cobrou). Aqui é preciso avaliar com cuidado, pois isso significa que você precisa de muito menos tempo do que planejou para terminar o projeto.

Acho que não existe uma atitude definitiva neste caso, então vamos levantar algumas possibilidades:

– Você pode cobrar menos por este tipo de projeto. Talvez esta seja a opção menos aconselhável, pois uma vez que seus clientes sempre pagam R$1.000, seu trabalho vale R$1.000. Mas caso esta seja a primeira vez que isso acontece, fique atento.

– Pode ser um sinal de que você precisa aumentar sua hora. Se este tipo de discrepância estiver acontecendo sempre, mesmo em outros tipos de projeto, sua hora pode valer algo em torno de R$166,66 (1.000 / 6).

– Você pode continuar trabalhando no projeto até gastar as horas que planejou, como no primeiro exemplo. Às vezes este é um bom exercício, pois você tem tempo para rever e melhorar alguns aspectos ou testar novas possibilidades.

Exemplo 3: Que pena, você perdeu dinheiro!

art_lucro_prejuizo_projeto_Prejuizo_2

O pior problema que pode acontecer é você trabalhar mais do que planejou, e acredite, isto vai acontecer bastante!

Neste caso podemos levantar algumas possibilidades:

– Pode ser que você esteja muito lento. Isso é realmente possível, e é muito difícil descobrir a origem do problema. Usando o exemplo acima como base talvez possamos concluir que 4 horas é muito tempo para montar uma apresentação. Veja bem, eu disse “talvez”.

– Pode ser um sinal de que você precisa cobrar mais, pois sempre precisa de mais tempo do que planejou para terminar. O fato de você levar mais tempo pode significar maior dedicação, cuidado, atenção. Se você sempre sai no prejuízo e seus clientes sempre saem muito satisfeitos com o resultado talvez eles estejam dispostos a pagar mais do que você pensa devido a qualidade do seu trabalho.

Como falei, não existe uma resposta definitiva e é preciso avaliar tudo com muito cuidado. Neste exemplo, R$100 de prejuízo é 10% em relação ao valor total do seu projeto. Digamos que até aí seja um “prejuízo aceitável”, pois quando você calcula sua hora de trabalho deve prever uma margem de perda.

Sobre a planilha

Se você ainda não baixou a planilha, clique aqui.

Esta planilha é bem simples e intuitiva, mas vou explicar seus itens para evitar qualquer dúvida. Vamos lá:

Número da proposta: Apenas um controle. Preencha com o número da proposta que corresponde ao projeto.

Valor Hora: Preencha com o valor da sua hora de trabalho.

Total cobrado: Preencha com o valor cobrado pelo projeto.

Tempo estimado: Não preencha, este valor é calculado automaticamente. Decidi deixar este valor automático pois esta planilha tem como objetivo acompanhar o tempo, então caso o valor do projeto seja alterado de última hora você saberá quanto tempo tem/precisa para trabalhar.

Conversão: Não altere este valor. Apenas para você entender, pegue o último exemplo como base. O Excel não conseguiria multiplicar 22:00:00 por R$50 por limitações técnicas, então apenas apliquei uma fórmula que transforma o valor “22:00:00” em “22,0”, ou seja, hora em número decimal. Existem outros métodos para fazer esta conversão. Caso queira aprender, utilizei estes dois vídeos como base:

Trabalhando com hora no Excel

Excel – Função MINUTO categoria Data e Hora

Dia, Início, Fim, Atividade: Basta preencher cada item com os seus dados. É importante digitar as horas por completo, então caso precise registrar 13 horas, digite 13:00.

Tempo trabalhado (hs): Tempo total do projeto. Calculado automaticamente.

Total trabalhado (R$): Valor em reais (R$) que você trabalhou até o momento. Calculado automaticamente.

Resultado: Valor automático. Igual ou superior a zero, lucro. Inferior a zero, prejuízo.

Inserindo linhas na planilha:

art_lucro_prejuizo_projeto_Inserir

Para inserir uma linha de informação basta clicar com o botão direito no número da linha e clicar em “inserir”.

Encerrando

Espero que este artigo ajude você a pelo menos enxergar que não é difícil ter o mínimo de controle administrativo sobre seus projetos. Lembre-se que esta é apenas uma entre várias possibilidades que existem, então aconselho que continue estudando e testando até encontrar seu método preferido.

Caso tenha alguma dica ou sugestão fique à vontade para compartilhar nos comentários.

Um abraço e até o próximo post.

O post Como saber se você teve lucro ou prejuízo no final de um projeto foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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https://old.waltermattos.com/dicas/como-saber-se-voce-teve-lucro-ou-prejuizo-final-de-um-projeto/feed/ 8
Palestra: Boas práticas para divulgar seu portfólio no Behance https://old.waltermattos.com/dicas/palestra-boas-praticas-divulgar-portfolio-behance/ https://old.waltermattos.com/dicas/palestra-boas-praticas-divulgar-portfolio-behance/#comments Fri, 12 Sep 2014 01:19:26 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=2227 Na transcrição de hoje trago o vídeo gravado para o Confred 2014, onde falo sobre Behance e portfólio. A ideia do vídeo é ajudar estudantes e profissionais de design através das minhas próprias experiências, apresentando erros e acertos que cometi. Sendo assim, é importante que assista o vídeo na intenção de avaliar tudo que é falado, e […]

O post Palestra: Boas práticas para divulgar seu portfólio no Behance foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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Na transcrição de hoje trago o vídeo gravado para o Confred 2014, onde falo sobre Behance e portfólio.

A ideia do vídeo é ajudar estudantes e profissionais de design através das minhas próprias experiências, apresentando erros e acertos que cometi. Sendo assim, é importante que assista o vídeo na intenção de avaliar tudo que é falado, e depois disso, fazer suas próprias escolhas.

O vídeo é legendado em português, portanto se souber de alguém a quem a legenda interesse, fique à vontade para compartilhar com essa pessoa. Mais abaixo também segue a transcrição completa do vídeo, com praticamente todas as telas usadas. Agora é só escolher a melhor opção para você.

Espero que goste.

LINKS DA PALESTRA

Meu Behance:
https://www.behance.net/waltermattos

Profissionais citados:
Beto Nunes
BR/BAUEN
Breno Bitencourt
Face
Fred Nerby
Heydays
Isis Marques
Maria Groenlund
Roger Oddone

Sites citados:
Clube do design
Designerd
Everything is a Remix
LLGD

Abaixo segue a transcrição do vídeo.

Introdução

E aí galera, beleza?

Apenas fazendo uma introdução rápida, nesse vídeo, como prometido, eu trago para você a palestra que eu gravei para o Confred, e antes disso, apresentei na universidade Unigranrio, então eu achei que seria bacana liberar ela pra você aqui no meu canal.

Espero que você goste.

;)

Sejam muito bem-vindos ao Confred, um congresso online e gratuito com foco em freelancers e estudantes de design.

Meu nome é Walter Mattos, eu sou designer gráfico com foco em design de marcas, sou apaixonado por grids, e também tenho um Blog, waltermattos.com, onde compartilho algumas dicas, reflexões e tutoriais relacionados a design.

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Hoje eu vou bater um papo com você sobre Behance, mais especificamente sobre “Boas práticas para você divulgar seu portfólio no Behance”, que na verdade são algumas dicas baseadas na minha própria experiência de usuário.

Behance_Boas_Praticas_640

E caso você ainda não saiba, após o congresso esse vídeo vai ficar disponível gratuitamente no meu canal no Youtube, youtube.com/waltermattosvideos, então se você já estiver assistindo esse vídeo pelo meu canal do Youtube, bem-vindo ao canal.

E se você for uma pessoa que já acompanha meu Blog deve estar curioso para saber porque eu vou falar sobre Behance.

Bom, antes de entrar nesse detalhe eu preciso explicar o que é Behance.

Caso você não saiba, o Behance é a maior plataforma online para divulgação de portfólios de profissionais criativos.

Ou seja, se você for um designer, fotógrafo, ilustrador, ou qualquer profissional do setor criativo, é muito importante que você possua um portfólio por lá. Isso porque se ele é hoje a maior plataforma do setor, seu trabalho tem grandes chances de ser descoberto por lá.

E foi exatamente isso que aconteceu comigo, e é por isso que vou falar sobre Behance.

O Behance não só permitiu que eu tivesse um portfólio antes mesmo de ter um site, como permitiu também que clientes me fizessem pedidos de orçamento por lá.

Além disso, outros designers também começaram a entrar em contato comigo para pedir dicas de design, antes mesmo de eu ter o Blog.

Por coincidência isso aconteceu duas vezes essa semana, e os dois contatos foram feitos por gringos, um pedindo um tutorial e outro pedindo um orçamento.

Pedidos_03_640

É bem provável que eles não conheçam meu site ou o meu canal no Youtube, então o Behance acaba sendo um terceiro potencializador de projetos, né?

E o Behance consequentemente ajudou a impulsionar essa ideia antiga minha, que era a de lançar um Blog. Justamente por conta destes contatos, principalmente os que entram em contato pedindo dicas design. E foi o que eu fiz em fevereiro de 2014.

Como você pode ver o Behance foi, e na verdade continua sendo de enorme importância para mim.

E da mesma forma que ele é importante pra mim, também é para muitos outros profissionais, e é bem possível que você já tenha ouvido falar em um deles, o brasileiro Roger Odonne.

Roger_Oddonne_02_640

Ele é um designer, que eu acompanho há algum tempo por sinal, e em 2012 foi convidado pelo Google para ser Designer Sênior deles. Pouca coisa.

Inclusive o Roger tem um depoimento de agradecimento onde ele diz que ele deve parte desse reconhecimento ao Behance.

Roger_Oddonne_03_640

Isso porque o Behance possui uma espécie de selo, ou premiação, que destaca projetos, cada um com sua categoria, e faz com que esse projeto selecionado tenha mais visibilidade, pois ele é exibido nas galerias de cada categoria. E foi isso que aconteceu com o Roger.

Qual a importância da sua presença online?

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Então depois dessa introdução, eu te pergunto: qual a importância da sua presença online?

Vamos voltar um pouco no tempo para 1990 e entender como eram as coisas naquela época.

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Você tinha o profissional, e supondo que ele fosse um designer, ele estaria carregando a maletinha dele. Ele pegava a maleta e visitava alguns escritórios onde ele mostrava os projetos e o currículo dele.

Era um pouquinho trabalhoso, né?

E o limite dele era a quantidade de pessoas ou empresas que ele conseguia visitar por dia. E isso dependia muito da sua condição física, psicológica, e talvez até de um contato anterior feito por telefone.

Lá pra 2005, que é mais ou menos a minha época, você tinha o profissional, que também tinha um currículo impresso mas tinha a vantagem de poder enviar por e-mail para quantas empresas ele quisesse.

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Só que era difícil você fazer o mesmo com o portfólio. Isso porque na maioria dos casos o arquivo era pesado, ainda mais levando em consideração que o Hotmail tinha 2 mega de espaço no total, na época, e era o e-mail principal da maioria das pessoas.

Então eu levava o portfólio em um CD nas empresas que me chamavam por conta do meu currículo e apresentava meu portfólio pra eles.

O problema é que nem sempre eu era atendido em uma sala que tivesse um computador. Então quando isso acontecia, ou eu era entrevistado no escritório com várias pessoas trabalhando do meu lado, ou eu voltava para casa, né?

Enfim, aquele ainda era um período de transição, então as pessoas esperavam que você levasse um portfólio impresso. Eu normalmente chegava só com um CD, e mais pra frente com uma pendrive.

Que por sinal não mudou minha sorte em relação às empresas que não tinham computador na sala de entrevistas.

Vou aproveitar para já dar a primeira dica – eu vejo muitos designers baixando mockups de currículos, coloridos, cheios de infográficos e na maioria das vezes realmente são bem bonitos. Mas é importante você lembrar que sempre que você envia seu currículo, a pessoa lá do outro lado pode querer imprimir.

Então tenta dar prioridade a informação do seu currículo e deixa o design dele o mais claro e objetivo possível – fundo branco de preferência, tá?

Fica aí a dica, hein.

E como funciona hoje em dia?

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Hoje em dia você está aí, disponível em todas as redes sociais.

Obviamente isso não significa que você não precisa mais procurar emprego, ou enviar currículo para as empresas, mas significa que você pode ser descoberto. E isso é uma virada no sistema muito interessante.

Se você tiver um bom portfólio online pode ter certeza que alguém vai se interessar pelo seu trabalho. Falta ela se interessar por você.

E para se interessar por você é bem provável que antes de te chamar para uma possível entrevista, essa pessoa visite suas redes sociais. Então se você tem um portfólio excelente mas nas redes sociais você se comporta de maneira inadequada, você está correndo um risco muito grande de não ser chamado.

E o Behance nada mais é que um mix entre os dois. Ele é uma rede de portfólios, mas também é uma rede social, pois você se comunica com outras pessoas por lá.

Então pode ter certeza que a maneira como você se comporta dentro do próprio Behance pode sim influenciar na forma como as pessoas enxergam seu trabalho.

Dicas úteis

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E por isso o intuito desse papo é te dar algumas dicas de design e comportamento usando o Behance, mas elas serão válidas para qualquer ferramenta que você usar como portfólio.

Não é um tutorial de Behance, até porque o Behance é uma ferramenta muito intuitiva.

Deixando claro que nada que eu disser aqui deve ser seguido como regra. Tudo foi escrito com base nas minhas próprias experiências, então peço que vocês façam as avaliações de vocês e tomem suas próprias escolhas. Beleza?

Não seja “pidão”

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E a primeira dica é “não seja pidão”.

E o que é o “pidão”?

É aquele cara que entra no seu portfólio pedindo para você olhar o dele.

Ele curte todos os seus trabalhos e comenta a mesma coisa em todos, que normalmente é “Nossa, adorei!”, e deixa o link para o portfólio dele.

Não seja essa pessoa.

Não siga pessoas na intenção de ser seguido

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Não que você não possa seguir 20 mil pessoas, tá?

O problema é quando você faz isso na intenção de ser seguido de volta. E normalmente para conseguir isso essa pessoa segue um roteiro muito claro, que é, te adicionar, curtir todos os seus trabalhos e comentar “Nossa, adorei!” e deixa o link para o portfólio dela.

Ou seja, esse cara é o pidão, e o pidão é onipresente, tá?

Então se um dia você abrir uma carta dos Correios e a primeira coisa que você ler for “Nossa, adorei!”, você pode tacar fogo nessa carta tranquilamente.

Não seja indelicado

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Também é importante que você não seja uma pessoa indelicada. Lembre-se que você está sendo observado o tempo todo.

Tudo bem que às vezes a única forma de expressar o que a gente quer é com um palavrão, eu entendo. Às vezes não tem jeito. Mas toma cuidado com a ênfase que você dá na sua frase, pois você pode acabar deixando a pessoa sem jeito e sem resposta, o que é pior. Além disso, pode ter um possível cliente olhando seu comentário.

E é bom que seu comentário estimule uma resposta.

Faça comentários pertinentes

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Então, faça comentários pertinentes.

Aqui fica difícil dar um exemplo, mas é importante você entender que quando você faz um comentário interessante, a pessoa que publicou o projeto pode te agradecer fazendo menção ao seu nome. Isso significa que seu nome agora é um link, e se seu nome é um link, ele tem relevância naquela página.

Melhor ainda, qualquer pessoa interessada no seu comentário pode querer conhecer o seu trabalho. E se por acaso essa pessoa curtir seu trabalho, você tem grandes chances de ganhar outras curtidas.

E nesse caso a frase “Adorei seu trabalho” tem importância, porque isso significa que a pessoa gostou do seu comentário, se deu ao trabalho de visitar seu portfólio e voltou somente para te agradecer e ainda elogiou seu trabalho.

Uma das coisas que fez o meu Behance ganhar um pouco de projeção na época foi receber um elogio de uma pessoa que tinha mais de 50 mil seguidores. Isso porque eu tinha acabado de comentar no Behance dessa pessoa, e por alguma razão e acabei despertando o interesse dela e ela gostou do meu portfólio.

Então é muito melhor alcançar 10 pessoas com 1 comentário, do que não alcançar ninguém com 1000 mil comentários vazios.

E o que eu considero um comentário pertinente? Qualquer coisa que o projeto te inspire a falar de verdade. Sobre a tipografia, conceito, cores, enfim.

Tem projetos que só dão vontade da gente falar “Uau” e não falar mais nada.

De qualquer forma isso ainda é melhor que um comentário sem verdade.

Responda comentários pertinentes

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E o inverso também é importante, porque da mesma forma que receber resposta ao seu comentário pode te ajudar, ao responder um comentário você também ajuda alguém.

E apenas traçando um raciocínio oposto ao cara que segue todo mundo na intenção de ser seguido, eu também não sou muito a favor daquele profissional que não segue ninguém, não comenta o trabalho de ninguém, não responde mensagem ou e-mail se não for de cliente, e tem lá seus tantos mil seguidores. Obviamente isso pode ser uma questão de estratégia, ou até mesmo falta de tempo.

Mas na minha percepção isso às vezes pode parecer um tanto quanto pretencioso. E eu entendo que é muito difícil você dar atenção a todo mundo, pois apesar do fato de eu não ter um número extenso de seguidores, ou inscritos, às vezes eu invisto 1 hora do meu dia só respondendo e-mail.

Mas, pelo meu ponto de vista, isso só te acrescenta, porque você cria um vínculo com essa pessoa que aquele cara que nunca responde ninguém, nunca vai ter.

E a minha ideia nunca foi ter 50 mil seguidores, nem aqui, nem nas minhas redes sociais, mas sim contatos que conheçam de verdade meu trabalho e que eu os conheça pelo menos um pouco também. Porque dessa forma um colabora com o trabalho do outro.

Então quando alguém comentar um projeto seu e você sentir que vale a pena gastar um minutinho para responder, responda. Não custa nada, e você pode até ganhar um amigo aí ou até mesmo um parceiro de trabalho.

E na pior das hipóteses você já fez o seu papel de ajudar.

Não tente criar polêmica

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Não tente criar polêmica. Ideias parecidas são criadas o tempo todo pois as mesmas inspirações estão acessíveis a todo mundo.

Tudo bem que diariamente a gente vê situações de plágio acontecendo, mas eu noto que muitas pessoas fazem questão de ser os acusadores, os descobridores do plágio. Eu não aconselho que você faça isso até porque você pode estar errado.

E por mais que você tenha certeza, por que acusar alguém publicamente? Caso seja realmente um plágio as consequências virão, pode ficar tranquilo.

Não é porque você está vendo algo familiar que significa que esse algo não possa seja original.

Você provavelmente já viu o filme Matrix, e não sei se você sabe, mas esse filme provavelmente foi inspirado em vários outros projetos anteriores a ele, e um site que explora muito bem isso é o “Everything is a remix”.

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Ele mostra referências usadas em vários outros filmes e até mesmo desenhos, então você nota coisas como enquadramento, gestos, história e até mesmo frases usadas. Então em alguns momentos você chega a achar que as imagens fazem parte do mesmo filme.

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Não é à toa que esse filme sofreu algumas acusações de plágio, mas, isso elimina a originalidade do filme?

Eu mesmo já fui acusado de plágio no Behance por um projeto que foi lançado depois do meu.

E por mais que isso não tenha me afetado profissionalmente, até porque o meu projeto era mais antigo, foi muito cansativo, porque eu tive que ficar contra argumentando o tempo todo – e para melhorar o acusador era um cara com muita visibilidade Behance. No final das contas isso foi bom para mim, entre aspas, pois eu acabei ganhando muitos acessos e as pessoas entenderam que meu projeto era mais antigo, e foram contra a acusação.

O contrário também já aconteceu. Eu já recebi mensagens por e-mail me avisando sobre projetos que teoricamente seriam cópias dos meus. E inclusive eles estavam acusando estas pessoas no Behance. Eu obviamente pedi para a acusação ser retirada do Behance, porque eu realmente não achei que eram cópias. As inspirações estavam muito claras, e por acaso eram as mesmas que as minhas.

Então não saia acusando ninguém de plágio, mesmo porque você provavelmente não vai ter provas, e pode acabar prejudicando um colega de trabalho sem ter razão e até mesmo se prejudicar com isso.

Peça feedback a amigos confiáveis, designers ou não

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Peça feedback a amigos confiáveis, designers ou não.

Antes de você publicar seu portfólio no Behance, envia esse portfólio para alguém por e-mail, e não envie apenas para designers – por quê?

Quando você pede opinião para alguém que não é designer, essa pessoa vai te dar a opinião mais próxima possível de um cliente.

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O Behance tem uma opção chamada “Work in progress”, que permite pedir opinião para os seus seguidores.

É uma funcionalidade bacana, mas você corre o risco de alguém te convencer que seu projeto não é bom. Isso porque ali você está pegando opiniões de pessoas que não necessariamente são seus amigos, então eles não vão medir palavras para criticar o seu projeto. Pode ser que você fique desmotivado.

O seu amigo designer, por outro lado, pode te fazer as mesmas críticas, mas de forma que te impulsione, e não te coloque para baixo.

Publique apenas seus melhores trabalhos

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Eu, por exemplo, tenho vários projetos mas se você entrar no meu Behance hoje vai encontrar somente 7.

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Nessa imagem que você está vendo (acima), por exemplo, têm alguns projetos que ainda não foram publicados. Minha ideia é ficar com no máximo 10 projetos no meu portfólio.

E como avaliar os melhores projetos? Eu sempre levo em consideração os feedbacks que eu pedi lá atrás e o vínculo emocional que eu tenho com cada projeto. Eu realmente levo isso em consideração.

Às vezes é um projeto que não é tão complexo do ponto de vista do design, mas pode ser um projeto social bacana, ou simplesmente ele tem um assunto que você acha que vale a pena compartilhar.

Isso não quer dizer que os projetos que que você não selecionar não são bons, até porque se você fez e o cliente aprovou, é porque ambos acreditam nele.

Mas a questão aqui é: o que o meu projeto tem que pode ser interessante para outros clientes e também para outros designers? Porque são eles que vão divulgar meu trabalho.

E quando você souber a resposta para essa pergunta, vai escolher os projetos certos com certeza.

E pode ser que um dia você decida que algum projeto seu que está online hoje não representa mais o seu portfólio, pelas mesmas razões que eu acabei de falar.

Então nessa hora não fica com medo de tirar seu projeto do ar e acabar diminuindo seu portfólio por conta disso.

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É melhor ter 5 trabalhos que você considera muito bons do que 30 apenas para, popularmente falando, “encher linguiça”.

Selecione bem a imagem da capa

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E depois que você selecionar o projeto, vai ter que escolher a imagem que será a capa dele. O cartão de visitas desse projeto.

E da mesma forma, a imagem que eu escolher tem que chamar a atenção do meu cliente e de outro designer.

E na hora de fazer essa seleção eu levo em consideração o que eu acho que pode causar maior curiosidade na pessoa.

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Nenhuma dessas imagens aqui estaria errada se eu escolhesse, mas eu tinha que escolher uma. Então fui de acordo com meu “feeling”.

E o meu “feeling” me disse que a imagem mais interessante, nesse caso, é essa aqui do “fractal”.

Acho que eu escolhi por conta desse estranhamento que ela causa através dessas repetições e desses vazios.

E apenas a título de curiosidade, e aos apaixonados por proporções e grides, essas repetições e espaços vazios crescem em uma proporção de 1,618, ou Proporção Áurea, para quem conhece.

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Não use a imagem da capa apenas na capa

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E agora que você selecionou a imagem que despertou a atenção do pessoal, você não vai cometer o erro de não inserir essa imagem dentro da sua apresentação, né?

Lembre-se que a pessoa que entrou no seu portfólio foi influenciada por aquela imagem, então ela quer ver essa imagem lá dentro inserida em algum contexto.

Inclusive esse projeto que estou mostrando pra você recebeu o destaque da Branding Served na semana em que eu estava escrevendo esta palestra, para a universidade Unigranrio, na época.

Eu não sei dizer se essa estratégia pode ter contribuído para isso, mas pelo menos não atrapalhou. Então não custa nada você tentar.

Planeje sua apresentação antes de começar a montá-la

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Tudo bem que hoje existem milhões de sites onde você encontra mockups gratuitos para download, mas eu aconselho que você faça o planejamento da sua apresentação.

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Isso porque quando você planeja sua apresentação, você cria um nível de personalização muito maior do que usando um mockup. E nada contra os mockups, eles são muito úteis e eu mesmo uso de vez em quando.

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Mas caso você use um mockup, tenta criar uma composição com ele. Essa xícara aqui, por exemplo, é uma imagem de mockup, mas eu inseri um fundo, simulei as luzes, inseri um reflexo e aí sim inseri o padrão, o café e a fumaça.

E isso tudo porque quando eu desenhei no papel, eu anotei em algum lugar “café e fumaça”. No final sua composição não tem que ficar idêntica ao seu desenho, mas pelo menos você pensou nela antes.

E não precisa ficar com uma qualidade fotográfica hiper-realista. O importante é ficar boa pro propósito que ela tem, que é apresentar uma ideia ou conceito.

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Só para dar um outro exemplo, essa imagem aqui eu construí tudo do zero.

Peguei um carimbo como referência e desenhei a base, joguei textura e luzes e fui desenhando até finalizar ele de uma forma que pudesse convencer quando eu reduzisse ele para o tamanho final.

Depois eu inseri em perspectiva um papel reciclado que eu mesmo digitalizei, desenhei um fundo branco com sombras, e depois foi só inserir a ilustração em perspectiva também.

Envie seus projetos para sites de inspiração

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E quando seu portfólio estiver no esquema, já publicado no Behance, divulga ele para os blogs de inspiração.

Só lembre-se que você está falando com uma pessoa, e não com um robô, então não manda um e-mail para essa pessoa simplesmente com um “olá, veja meu portfólio”, como faz o “pidão”. Se apresenta, explica o projeto e manda o link pro seu portfólio. Dependendo do caso é até interessante você enviar uma imagem, um “thumb” do seu trabalho, só para despertar interesse.

E só para exemplificar alguns sites, aqui no Brasil a gente tem, por exemplo, a Designerd e o Clube do Design, que são administrados por dois caras muito acessíveis, e com certeza, se o seu trabalho for interessante para os públicos deles, eles vão divulgar.

Designerd_Clube_Design_640

E lá fora, para citar um exemplo, a gente tem o LLDG.net, que também é muito acessível. O cara não só te responde como faz questão que você conte tudo sobre seu projeto.

LLGD_640

E obviamente, caso você tenha o privilégio de ser mencionado em um desses sites, eles vão te dar o crédito “linkando” seu Behance. E aí você tem a chance de ganha visibilidade em outros projetos do seu portfólio.

Interessante, né?

Não apresente uma única imagem no seu projeto

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O que eu quero dizer com isso?

Vamos usar essa imagem como exemplo.

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Essa imagem é do designer Beto Nunes, e por si só já é muito bonita. Ele poderia publicar somente ela no Behance. Mas aí ele correria o risco da pessoa querer ver mais. E isso é normal.

Então o que ele fez?

Ele aplicou essa imagem em um pôster, só para humanizar o design dele, e finalizou com uma animação em gif. Simples de fazer, direto ao ponto, e muito bem feito. Veja o projeto “Elis – Lettering“.

Agora dando um exemplo um pouco diferente, eu tenho essa ilustração aqui da designer e ilustradora Isis Marques.

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Ela já mostrou todo processo de criação dessa imagem, mostrando também alguns ângulos e cortes diferentes da imagem finalizada.

Além disso ela também gravou um tutorial em vídeo mostrando todo processo. Veja o projeto “Birds – making of and tutorial“.

Ou seja, o que poderia ser apenas uma simples imagem pode ter um algo a mais.

E esse algo a mais, cada um tem o seu. Você explora da forma que achar melhor.

Não tem portfólio? Invente um projeto

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Você já ouviu falar em “Redesign Concepts”, ou conceitos de redesign?

O designer Fred Nerby, por exemplo, mostra pra gente um novo Facebook.

Nao_Tem_Portfolio_Invente_02_640

Esse projeto é apenas uma ideia, um conceito, foi publicado em janeiro de 2013 e já tem mais de 500 mil visualizações.

Ele ganhou 3 selos do Behance, e de lá pra cá praticamente todo projeto que ele publica recebe destaque por lá.

Ou seja, é uma estratégia bacana para quem acha que ainda não possui um portfólio interessante. Veja o projeto “Facebook – New Look & Concept“.

Ou até mesmo para quem quer surpreender com um redesign inesperado.

Se você fala outro idioma, aumente as chances de ser encontrado

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Então quando você escrever a descrição do seu projeto, escreve em duas línguas.

Isso não só vai te ranquear melhor na busca orgânica, como vai permitir que profissionais de outros países entendam o seu projeto, e como consequência curtam e comentem, te levando até outros profissionais.

Eu aconselho que você tente publicar em inglês, porque ao publicar em inglês você alcança praticamente o mundo inteiro.

Utilize tags coerentes com seus projetos

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Quando você faz o upload no seu portfólio, você tem a opção de criar tags, uma espécie de atalhos, para o projeto.

Acontece que muitas pessoas usam estas tags de maneira errada. A ideia é que você escreva coisas que realmente podem ajudar alguém a encontrar seu projeto.

Não é porque um projeto meu tem relação com “árvore” que eu devo digitar “folha”, por exemplo. A não ser que a folha também faça parte do conceito.

Faça uma breve descrição sobre você

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Eu vejo muitos profissionais deixando esta parte vazia, ou somente com link para outro portfólio, site, enfim.

Aproveita este espaço para falar de você. E se possível, em duas línguas. Mesma ideia da dica que eu dei agora pouco.

Como eu mostrei lá no início, muitos estrangeiros entram em contato comigo, e isso se deve ao fato de eu explorar duas línguas por lá.

Simples ou não, apresente seu layout de forma profissional

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Por mais simples que seja seu layout, tenta apresentar ele de forma profissional.

Simples_Ou_Nao_Apresente_Profissional_02_640

E quando eu falo “profissional” não me refiro apenas a um estilo foto realista, mas como falei agora pouco, tenta humanizar, trazer um pouco de vida para a sua apresentação.

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Só o fato de eu ter jogado uma perspectiva nesse cartão, mesmo em estilo vetorial, já deu uma aparência mais profissional.

E essa imagem eu fiz em exatamente 3 minutos, apenas para usar como exemplo nesse vídeo.

Ou seja, nem sempre você precisa ter muito trabalho.

A parte mais trabalhosa é pensar como você vai apresentar, e não montar a apresentação. Por isso é importante você planejar.

Siga bons profissionais, inspire-se e aprimore seu próprio design

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O fato de eu estar atento aos profissionais que eu admiro faz com que eu me esforce para no mínimo tentar chegar perto do nível deles.

Então, eu que sou designer de marcas, estou sempre de olho em profissionais como o Breno Bitencourt, brasileiro que agora está numa pegada muito bacana de projetos no estilo Low Polly, a Maria Grounldn, que inclusive já mencionei aqui em um dos meus tutoriais, quando falei sobre construção de uma Mandala no Illustrator. O Pessoal da Br Bauen, Face, Heydays, enfim, uma infinidade de gente boa.

Se você quiser, entra no meu Behance e dá uma olhada nos profissionais que eu sigo. Pode ser que eles sirvam de referência para você também.

Mas de qualquer forma estou deixando na descrição o link pro portfólio de cada um que eu mencionar aqui nesse vídeo.

Mantenha um padrão na forma de apresentar seus projetos

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E aqui a ideia é muito simples.

Você não precisa fazer com que suas apresentações sejam sempre iguais, mas quando você cria um padrão, você está dizendo para o observador que você tem uma característica.

No meu caso, o uso de grids e guias faz com que as pessoas assimilem este estilo como uma característica minha, e que não é exclusiva, porque muitas pessoas usam.

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E além disso eu normalmente exploro vistas superiores e perspectivas do projeto.

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E esse conjunto de pequenas características acabou se tornando um padrão no meu portfólio.

Então, quando alguém reconhece seu trabalho, mesmo que por um detalhe, você deixou sua marca nessa pessoa.

Utilize suas redes sociais para divulgar seus projetos

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O próprio Behance te dá a opção de compartilhar um projeto quando você lança ele.

Mas normalmente eu prefiro escrever um texto personalizado para cada rede social, e publico em horários diferentes.

Assim, além de tirar essa impressão de que estou bombardeando as pessoas ao mesmo tempo, eu vou testando quais horários oferecem maior projeção em cada rede social.

Um dica é sempre procurar grupos a quem interessa o seu tipo de projeto. Hoje o Facebook está cheio desses grupos, e normalmente o pessoal é bem interessado e investe tempo em comentários, críticas, enfim.

Você só tem que estar disposto a receber algumas críticas negativas de vez em quando.

Use as estatísticas do Behance para criar estratégias

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E aproveitando que você está testando os horários de lançamento, use as estatísticas do Behance e das outras redes sociais para definir estratégias.

Então quando você tiver um pico de visualização, tenta entender o que gerou esse pico. Foi o tipo de projeto, o horário, alguma imagem diferente que você usou? Alguém fez menção ao seu trabalho em algum blog nesse dia?

Prestar atenção nisso é tão importante que pode transformar a maneira que você trabalha de uma hora para outra por um detalhe que você não esperava.

Então fica de olho.

Não fuja do foco

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Aqui o exemplo que eu tenho para dar aconteceu comigo.

Apesar de ter poucos projetos no meu portfólio, eu vinha seguindo uma linha de apresentar projetos de marca já há muito tempo.

Então, quando eu alcancei 1000 seguidores, e isso faz pouco tempo, eu decidi ceder algumas fotos que eu tirei em 2012 para o pessoal. Apenas como uma forma de agradecimento.

Eu só sei dizer que duas horas depois de ter publicado as fotos eu já tinha perdido 3 seguidores.

Eu não sei dizer se as fotos eram tão ruins ao ponto de expulsar pessoas do meu Behance, ou se o pessoal que me acompanha está interessado somente em ver projetos de marca.

Mas, por via das dúvidas eu tirei do ar.

Então, muito cuidado com isso.

Dê crédito ao seu parceiro de trabalho

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O Behance te dá a opção de escolher outro participante do mesmo projeto, então se você fez seu projeto com um amigo, coloca ele como autor também.

Isso significa que não é necessário os dois fazerem upload do mesmo projeto, e também aumenta as chances de o projeto ganhar mais visibilidade.

Vá além do Behance e das redes sociais

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E para encerrar essa nossa conversa, sugiro que você vá além do Behance e das redes sociais. Faça um site para você.

Não é tão caro quanto se imagina

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Eu, por exemplo, gasto uma média de vinte e três reais por mês, já incluindo domínio e hospedagem.

Então mesmo que você seja um estudante, manter um site por si só não fica tão pesado no bolso.

Você ganha mais relevância nas pesquisas

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E a vantagem que você tem nisso é que você ganha mais relevância nas pesquisas orgânicas.

Você aumenta o alcance da sua rede

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E como consequência você aumenta o alcance da sua rede, pois o seu site leva o usuário para suas redes sociais e suas redes sociais levam o usuário para o seu site.

Seu cliente ou contratante sentirá mais firmeza em você

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Além disso, seu cliente ou contratante pode sentir um pouco mais de firmeza em você.

Não que o Behance não seja suficiente para você conseguir um projeto, ou até mesmo um emprego, pois é.

Mas o fato de ter um site pode parecer mais “profissional” aos olhos cliente.

E é muito melhor você dar um e-mail relacionado ao seu próprio site do que aquele seu e-mail pessoal que você tem até vergonha de falar.

Você mesmo pode criar seu site ou comprar um template

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E caso você seja um designer, você mesmo pode criar o layout do seu site sem gastar dinheiro com isso.

Caso você não seja um desenvolvedor, faz uma troca com seu amigo desenvolvedor. Foi exatamente o que eu fiz com meu site.

Além disso você também pode comprar um template. Existem vários sites aí vendendo templates de muita qualidade a R$100 reais, por exemplo.

Mais espaço para falar sobre você e o seu negócio

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E quando você tem um site, você tem espaço para falar sobre o que quiser. Então aproveita para falar um pouco sobre você. Só não vai exagerar.

Lembre-se que o cliente é uma pessoa igual a você que está do outro lado procurando alguém para contratar.

Então ele vai contratar você, e não somente a sua mão de obra ou a qualidade do seu trabalho.

Como eu falei lá no início, não adianta nada você ter o melhor trabalho do mundo e não ser interessante como pessoa.

É possível que um dia você consiga aprovar um orçamento ou ser contratado sem mostrar seu portfólio. E pode acreditar que isso é possível!

Você evita algumas situações inusitadas

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E o fato de você possuir um site pode te tirar de algumas situações no mínimo inusitadas, caso você seja claro na sua mensagem, claro.

Então só para dar um exemplo, vou te mostrar uma conversa que eu tive com uma cliente, por e-mail, alguns anos atrás. Bem antes de eu lançar meu site.

Mandei um e-mail para ela com link para o projeto e perguntei o que ela achou da apresentação. O projeto já tinha sido aprovado e eu estava apenas mostrando como o projeto tinha ficado no meu portfólio.

Então ela respondeu que achou lindo e não sabia que eu tinha tantos projetos.

Também falou que tinha adorado meu projeto “amarelão”. Que estava lindo!

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E eu me perguntando que projeto amarelo era esse, se eu não tinha nenhum projeto amarelo no meu portfólio.

Além do mais eu não entendi que tantos projetos foram esses que ela viu, porque como você deve lembrar, eu não tenho muitos projetos no meu portfólio, né?

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E por fim, para minha surpresa, ela me perguntou se o Behance era minha nova empresa. E que tinha adorado meu site.

Quem dera, né?

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Então, pessoal, seja qual for a situação, seja o mais claro possível na mensagem que você pretende transmitir.

E o seu portfólio tem que ter essa característica. Não enche seu portfólio de imagens que não vão acrescentar em nada só para encher volume.

E da mesma forma, a pessoa que entrar no seu portfólio tem que entender o que ela está vendo e tem que enxergar uma unidade dentro daquele todo. Seja esse um portfólio ou no seu site.

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E minha última dica, pessoal, é “nunca pare de estudar”. Eu me considero um estudante de design até hoje e pretendo nunca deixar de ser.

E não é à toa que eu criei meu Blog. A cada artigo que eu escrevo, a cada vídeo que eu gravo, eu sou obrigado a estudar. E a cada resposta, comentário que eu recebo de volta, eu aprendo alguma coisa nova.

Então é isso, pessoal, espero que você tenha gostado dessa conversa. E caso você tenha gostado e queira continuar acompanhando meu trabalho, entra no meu site “waltermattos.com”, e se inscreve lá na minha Newsletter para receber novidades do Blog a cada 15 dias.

Espero ver você novamente. Então, um abraço e até o próximo vídeo, ou até o próximo artigo, quem sabe.

Um abraço pessoal e até o próximo vídeo.

O post Palestra: Boas práticas para divulgar seu portfólio no Behance foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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Escolha a ferramenta certa para cada função https://old.waltermattos.com/dicas/escolha-a-ferramenta-certa-para-cada-funcao/ https://old.waltermattos.com/dicas/escolha-a-ferramenta-certa-para-cada-funcao/#comments Fri, 11 Jul 2014 17:29:11 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=1811 Não é porque você tem uma colher que deve usá-la como pá. A questão aqui é função, não preferência. Não importa se você usa Corel, Illustrator ou Inkscape. A questão é, você utiliza a ferramenta certa para cada tipo de trabalho? Vejo muitos designers discutindo preferências quando na verdade estas são questões sem discussão. Gosto […]

O post Escolha a ferramenta certa para cada função foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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Não é porque você tem uma colher que deve usá-la como pá.

A questão aqui é função, não preferência. Não importa se você usa Corel, Illustrator ou Inkscape. A questão é, você utiliza a ferramenta certa para cada tipo de trabalho?

Vejo muitos designers discutindo preferências quando na verdade estas são questões sem discussão. Gosto não se discute, não é mesmo?

Ainda assim, há algumas perguntas que podem ser feitas antes do designer decidir que ferramenta usar.

– Com esta ferramenta eu resolvo meu problema da maneira mais rápida possível?

– Esta ferramenta limitará tecnicamente meu projeto?

– Eu entendo essa ferramenta o suficiente para responder as perguntas anteriores?

Como você pode ver, a última pergunta é a chave, e essa chave é conhecimento. Digamos que eu responda “sim” para a primeira pergunta. Para saber se esta ferramenta resolverá meu problema da maneira mais rápida possível, eu preciso conhecer outros softwares que não resolveriam tão rápido assim. Ou seja, independentemente das variáveis, tudo gira em torno do quanto você conhece.

Depois que criei este blog passei a receber muitos e-mails perguntando qual o melhor programa para tal tarefa, e é sempre muito difícil responder. Infelizmente há uma predominância forte das ferramentas da Adobe no universo do designer. Infelizmente porque seria bem melhor se tivéssemos o mesmo nível de qualidade nos concorrentes, principalmente nos gratuitos. De qualquer forma, estes não são de forma alguma descartáveis e podem sim substituir a Adobe em alguma função.

Então, antes de receber o próximo e-mail pedindo dicas, deixo aqui a última pergunta que recebi como exemplo.

Sou estudante de design e adoro design de marcas. Utilizo programas gratuitos como o Inkscape, Gimp e Scribus. Com eles dou conta do recado ou preciso de algo mais profissional?

Se o seu propósito é criar uma marca, todos dão conta do recado, pois é possível criar formas e trabalhar tipografia nos 3 programas. Mas todos resolvem seu problema da maneira mais rápida possível? Obviamente essa resposta depende do seu domínio sobre cada programa, mas neste caso, talvez o Inkscape resolva, pois ele está muito mais para esta função do que os outros dois, por várias razões que não cabem discutir aqui. Ainda assim, ele limitará o seu projeto tecnicamente de alguma forma? Talvez, pois o Inkscape ainda não converte para CMYK, e caso você precise fazer esta conversão, terá que importar seu design em outro programa que o faça, como o Scribus, por exemplo. Neste caso você perderá em velocidade, e talvez precise de um programa que exerça estas funções por completo. Mas caso sua marca vá ser aplicada apenas em ambiente virtual, não há limitações e o Inkscape dá conta sim.

Viu quantas variáveis?

Só é possível responder estas perguntas conhecendo Inkscape, Gimp, Scribus e um pouquinho dos concorrentes, pagos ou não. Não é problema algum não conhecer tudo, mas é sempre muito válido levantar estes e outros questionamentos. Somente assim você buscará o crescimento profissional em todos os sentidos. Há quem diga que a ferramenta não importa, e eu discordo bastante disso.

Então, antes de discutir se Illustrator é melhor que Corel, se Photoshop é melhor que Gimp, faça como o jovem designer que me mandou este e-mail e questione antes a função. Estude um pouquinho de cada até se aperfeiçoar nas que são úteis para o seu propósito.

Se você precisar cavar um buraco, só irá escolher a pá no lugar da colher se souber que existe uma pá e para ela que serve.

Espero que tenha gostado desta dica. Pensa diferente ou tem algo a acrescentar? Compartilha aí nos comentários.

Um abraço e até a próxima.

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O post 10 dicas para se tornar um designer mais criativo foi publicado originalmente em Walter Mattos.

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No último domingo eu estava escrevendo um artigo completamente diferente deste que você está lendo. Na verdade, meu final de semana foi tão tenso que estava sem criatividade para nada.

Depois de dar um tempo, descansar e realizar outras tarefas, percebi que aquele artigo havia esfriado na minha cabeça. Eu precisava de um novo tema. Me desafiei então a falar sobre criatividade – justamente aquilo que me faltava no momento.

Hoje é terça-feira, 20:38, e vou tentar te dar dicas para se tornar um designer mais criativo.

1 – Desafie a si próprio

Assim como eu me desafiei a buscar um novo tema, você precisa se desafiar durante seus projetos.

Se você terminou um projeto com aquele pensamento de que poderia ter sido melhor, é porque poderia. Se você tiver prazo, arrisque-se. A única coisa que te impede de conseguir é não tentar. Na pior das hipóteses você já tem uma ideia pronta que pode ser refinada aos poucos. O importante é que no final você tenha certeza que deu o seu melhor.

2 – Trabalhe com moderação

Você está sempre sujeito a uma crise de criatividade. Por isso reforço a importância de ter prazo, pois somente assim você terá tempo para se desligar um pouco dos projetos e entrar no modo de encubação. Mesmo “desligado” seu cérebro continua trabalhando para solucionar seu problema.

Muitas vezes a solução aparece quando você está praticando outras atividades, então é bom reservar um tempo para elas – e estar preparado para anotar quando as ideias surgirem.

3 – Estude suas referências

Você gostou muito do projeto que acabou de ver? Sabe quem é o designer que o fez e quais conceitos ele usou neste projeto? Pesquise sobre ele. Veja se ele tem um Blog ou escreveu um livro. Na maioria das vezes este tipo de pesquisa te levará a outras referências.

Ao estudar várias referências você reduz as chances de fazer algo igual ao que já existe. Mas é muito importante você entender que para inovar precisa combinar seus conhecimentos, e não copiar.

Se você fala inglês e ainda não conhece o trabalho do cineasta Kirby Ferguson, vale a pena dar uma conferida no site Everything is a Remix. Ele mostra, através de exemplos bem interessantes, como uma ideia “original” pode ser apenas uma evolução de ideias anteriores.

4 – Leia sobre o que te interessa e se interesse por coisas novas

Criar o hábito de ler é essencial. Leia sobre coisas relacionadas ao que você faz ou não. Já falei isso anteriormente mas vale repetir. As técnicas que desenvolvi para construir minhas marcas, por exemplo, nasceram através de estudos sobre projetos editoriais.

Além de estudos técnicos, um dos livros que mais ampliou minha mente para criar meus métodos se chama “Razão Áurea”, do autor Mario Livio. Um livro de matemática.

5 – Aprenda outro idioma

O fato de saber mais de um idioma te permite ampliar os limites dos seus estudos. Além disso, você aprimora seu vocabulário no próprio português.

Muitas vezes esqueço uma palavra em português mas lembro da palavra em inglês. Quase automaticamente lembro da palavra em português por associação.

6 – Estude as ferramentas que usa para trabalhar

Caso você seja um designer que utiliza muito o Adobe Illustrator, por exemplo, estude o programa. Você não precisa ter um certificado de mestre da Adobe, mas não se limite a conhecer apenas o básico. Conseguir executar uma tarefa é ótimo, mas conseguir executar a mesma tarefa de formas diferentes é melhor ainda. Quanto mais conhecimento da ferramenta você tem, mais criativo e rápido você é.

Se interessar visite meu canal no Youtube para ver meus tutoriais.

7 – Use papel e lápis

Mesmo enquanto estou aqui digitando tenho na minha frente um caderno onde escrevo as ideias para este artigo. O fato de escrever ao invés de digitar me permite raciocinar de forma menos linear e mais criativa, digamos. Posso fazer relações entre algo que acabei de escrever com outra coisa escrita anteriormente, e a partir daí criar uma ideia completamente nova.

Faça isso enquanto estiver trabalhando em seu brainstorm, seu mapa mental ou seu rascunho. Utilize o papel e verá como as ideias surgem de forma mais espontânea e natural. Só não vá fazer como eu, que por três vezes apertei “Ctrl+Z” no teclado tentando corrigir um erro feito no papel.

8 – Evite o óbvio

Você precisa fazer uma marca para um salão de beleza. Qual é a melhor solução para um possível símbolo? Uma tesoura, claro… que não! Não que seja um problema utilizar uma tesoura como símbolo, e você pode sim começar partindo desta ideia.

Mas que tal ao invés de focar na tesoura, buscar valores, adjetivos, qualidades e defeitos que partam da palavra “tesoura” e de todas as outras palavras-chave sugeridas no briefing? Pode ser que no final você decida não ter um símbolo, ter um símbolo completamente abstrato ou, quem sabe, ter realmente uma tesoura. O importante é se permitir viajar o mais longe possível antes de definir sua ideia final.

9 – Não execute uma tarefa sem antes refletir

Suponha que o cliente pediu para você criar o layout de um panfleto que será distribuído para senhoras em um asilo. Ele te entrega uma massa enorme de texto e pede para que você reduza ao máximo o tamanho das letras para que o conteúdo caiba. Sabendo que o público é composto por senhoras, você não vai fazer isso, vai? Provavelmente estas senhoras teriam problemas para ler as letrinhas miúdas.

Numa dessas vocês podem chegar juntos à conclusão de que talvez o panfleto não seja a melhor solução para o problema do cliente, ou das senhoras.

10 – Estude sobre o negócio do seu cliente

Não pesquise apenas por referências visuais. Entenda o negócio do seu cliente o máximo puder. Se for criar uma marca para uma padaria, por exemplo, pesquise onde surgiu a primeira padaria, quem inventou o pão e por que o pão se tornou um item presente em praticamente todas as casas do mundo.

Essa é a parte mais legal da nossa profissão. Poder se aprofundar um pouco mais em coisas que provavelmente não daríamos importância. Então aproveite e vá fundo!

BÔNUS

O humor influencia diretamente na minha criatividade. Como você leu no início deste artigo, domingo eu não estava com cabeça para escrever. Me faltava humor, e consequentemente inspiração e vontade.

Por isso, estar de bom humor é primordial. Sempre tento aproveitar minha qualidade de “palhaço” a favor dos meus projetos. Quando estou definindo um conceito, por exemplo, crio rimas engraçadas (ou não) com as palavras que estou escrevendo. Às vezes um raciocínio inicialmente bobo, despretensioso, te leva a solução perfeita.

O humorista Murilo Gun explora muito bem este tema, juntamente com outros citados anteriormente. Se você não acompanha o canal dele, vale a pena ver estes dois vídeos:

Sete dicas para melhorar a criatividade – Murilo Gun
3 usos práticos para o humor – Murilo Gun

Hoje é quarta-feira, 21:54, e depois de muitas pausas, outras tarefas e momentos de descontração, estas são as dicas que deixo para você se tornar um designer mais criativo. Elas não possuem nenhuma base científica, mas representam fielmente meu dia-a-dia como profissional.

Quer contribuir com suas próprias experiências? Manda ver aí nos comentários.

Um abraço.

Créditos
Imagem por Wikipedia

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Fale a língua do seu cliente https://old.waltermattos.com/dicas/fale-lingua-seu-cliente/ https://old.waltermattos.com/dicas/fale-lingua-seu-cliente/#comments Fri, 30 May 2014 14:35:05 +0000 http://dev.waltermattos.com/?p=1600 Logotipo, logomarca, assinatura visual… Que tal “marquinha”? Não estou tentando encorajá-lo a deseducar seu cliente, fique tranquilo. Acontece que muitas vezes o cliente chega até nós sem a mínima ideia do que ele quer. Ou melhor, ideia ele tem, mas não sabe como pedir. A profissão “design” é tão complexa que posso apostar quase todas […]

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Logotipo, logomarca, assinatura visual…
Que tal “marquinha”?

Não estou tentando encorajá-lo a deseducar seu cliente, fique tranquilo. Acontece que muitas vezes o cliente chega até nós sem a mínima ideia do que ele quer. Ou melhor, ideia ele tem, mas não sabe como pedir.

A profissão “design” é tão complexa que posso apostar quase todas as minhas fichas que sua mãe, se não for designer, não entende o que você faz. Na verdade pode ser seu pai, melhor amigo, irmão gêmeo, não importa. Se essa pessoa não for designer, dificilmente entende o que você faz, por mais próxima que ela seja de você. Agora imagine um cliente – que aliás, se fosse designer, não te contrataria.

Recentemente tive que explicar para um cliente o que é identidade visual. Seria uma tarefa árdua se eu tivesse usado as referências erradas, ou tentado falar “bonito”. A referência que sempre uso é: “Imagine um outdoor com a imagem de uma garrafa toda branca, com uma ondinha branca atravessando o outdoor sobre um fundo vermelho. Que marca lhe vem em mente?”.

Se a resposta for “Coca-Cola” você já garantiu 70% da sua explicação. A partir daí você pode começar a ser mais técnico, instruindo seu cliente sem perder a clareza. Caso ele não saiba a resposta, não tem problema, pois a partir do momento que você disser “Coca-Cola” ele fará a associação e entenderá o que você quis dizer.

Outro caso que aconteceu comigo foi ser contratado para desenvolver um “mascote” para uma empresa. Depois de cinco minutos de briefing percebi que na verdade “mascote”, na cabeça do cliente, era o “símbolo” da empresa. E sério, não tinha nada a ver com mascote. Não era um animal, bichinho fofinho, sequer era uma ilustração. Obviamente expliquei que a nomenclatura correta era “símbolo” e toquei o barco chamando de mascote mesmo. Na cabeça do cliente aquela era a forma mais fácil de entender, então por que eu complicaria?

Dias depois enviei minha proposta com o nome correto, mas aquela situação foi tão engraçada que até hoje, quando conversamos sobre o projeto – que foi realizado e muito apreciado, chamamos o símbolo de “mascote”.

É isso que quero dizer com “marquinha”. Seu cliente não tem a obrigação de saber que o certo é “logotipo”,  “assinatura visual”, enfim. Você sim tem o dever de explicar para ele. Não faça deboches se ele disser que precisa de uma “logomarca” ou uma “marquinha”. Utilize isso a seu favor, instrua e surpreenda com um grande projeto. Contanto que ele entenda o valor do seu trabalho, que importância tem a nomenclatura?

Espero que tenha gostado desta dica rápida. Para acompanhar outras dicas como esta procure pela hashtag #dicadodesigner nas suas redes sociais.

Tem algo a acrescentar? Compartilha aí nos comentários.

Um abraço e até a próxima.

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